Sete Montes, Sete Tronos

Este diagrama é uma representação das dimensões do céu que temos explorado.

Mike Parsons
com Jeremy Westcott

Provavelmente você já ouviu pessoas falando sobre o primeiro, o segundo e o terceiro céus. No passado, isso pode ter nos ajudado a entender de onde somos, e como podemos interagir com o céu, mas esse ensino, na verdade, era muito superficial e falho. Com nossa mentalidade grega (ao invés de hebraica), nós assumimos que teríamos que ir para o segundo céu, para poder chegar ao terceiro, o que não é bem assim. Ao invés de pisos ou andares, como em um prédio, há reinos, ou dimensões. Anteriormente falamos sobre sete dimensões, três na terra, a atmosfera da terra, e três nos céus.

Sete dimensões

Olhando no diagrama acima, nós vivemos aqui no Reino da Terra, onde podemos experimentar a Presença de Deus. Nós estamos também conscientes da atmosfera da terra – lembre-se que Satanás foi chamado de ‘o príncipe da potestade do ar’. Há, de fato, três esferas de influência na atmosfera da terra: poderes, potestades e principados. Essas esferas foram criadas por Deus, mas nesse momento estão ocupados pelas forças do mal. Até agora, eles tem tido um sucesso razoável bloqueando o fluir da glória de Deus de chegar até nós através dos Portais Eternos (vamos falar sobre esses Portais no próximo post).

Ao entrar nas dimensões dos céus, vemos o Reino de Deus, o lugar do governo de Deus. Anjos caídos e forças demoníacas ainda tem acesso lá, mas não tem acesso ao Reino dos Céus. O Reino de Deus é onde está a corte, na qual Satanás acusa os irmãos. Mas Satanás e seus anjos só tem acesso a esse lugar. Eles não podem ir ao Reino dos Céus, nem ao Reino da habitação de Deus – mas nós podemos, pois é onde estamos assentados com Cristo em autoridade. E como você pode ver no diagrama, há outras dimensões além dessas.

Embaixo da terra também há três dimensões. Todas elas foram criadas por Deus, mas agora estão ocupadas pelos anjos caídos: Sheol é o lugar de morte; Tártaro é o lugar onde os ‘anjos que não permaneceram em seu devido lugar’ estão acorrentados; e o covil de Satanás. Há outros lugares aqui embaixo também, tal como a sala do troféu de Satanás, sobre a qual já escrevemos antes.

A intenção de Deus é que tomemos de volta todas essas dimensões que estão ocupadas pelo inimigo. Mas não é para enfrentarmos os anjos caídos – há o dobro de número de anjos de Deus do nosso lado que irão fazer isso por nós, se aprendermos a interagir com eles. Nosso papel é tomarmos nossos mantos e operarmos na autoridade que Deus nos chamou para exercer.

Sete montes, sete tronos

Nos lugares celestiais há montes, e tronos sobre esses montes. Isso quer dizer, há lugares de autoridade, e assentos de governo. Junto a esses montes e tronos há rolos: decretos, mandatos e recursos que podemos recorrer. A igreja Freedom tem sete montes e sete tronos. Esses tronos não estavam desocupados – gigantes estavam sentados neles, e tiveram que ser tirados de lá. De fato cada igreja (grupo específico de crentes) tem seus próprios montes e tronos relacionados ao seu chamado e propósito de Deus, sendo assim cada igreja, precisa de matadores de gigantes.

E todos de nós, como indivíduos, temos sete tronos, que precisamos ir e ocupar. Família, mercado de trabalho, dons, chamado, ministério, e etc. Há muitos tronos que podemos ter, e só poderemos descobrir quais são através de revelação, ou seja, Deus nos mostrando. Lembre-se, se não estamos sentados nele, outra coisa está, a qual terá que ser confrontada e destronada. Não é difícil matar um gigante, mas exige esforço: precisaremos fortalecer nossos músculos espirituais. Se o trono é seu por direito, você pode destronar o gigante e ocupá-lo. Mas você precisa de autoridade para governar lá – você não pode simplesmente ir e tomar o monte e o trono para outra pessoa.

Eu sei que tudo isso pode parecer um tanto estranho, um pouco de Senhor dos Anéis, mas na verdade Tolkien entendia algumas dessas coisas. Gigantes, dragões – você tem que cortar a cabeça deles, abrir suas barrigas, e tomar o despojo.

Um tipo diferente de autoridade

Com toda essa conversa sobre governo e autoridade, por favor, entenda, não estamos sendo arrogantes. No reino, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos. O senhor será servo de todos. Não queremos governar para fazermos pessoas de servas. É um tipo diferente de autoridade. Temos que apoiar as pessoas, servi-las, ajuda-las a descobrir seus dons e os mandatos que Deus deu a elas, para levar essas pessoas onde estamos e além. A Geração de Josué é assim.

O céu para terra

A verdade nua e crua é que se temos que trazer o céu para terra, como dissemos antes, precisamos acessar o céu. Assim como Jesus fez. Ele trouxe o céu para terra na forma de milagres, libertação, cura, salvação, transformação, sinais e maravilhas – e Ele fez isso porque operava em duas dimensões (olhe o verbo estar em João 3:13, está no presente).

No reino de Deus há montes com níveis mais altos, e dragões que ocupam esses tronos. Eu já estive lá, lutei com dragões, mas não consigo fazer tudo isso sozinho. Ninguém consegue. Até agora só vi apenas algumas pessoas lá, mas chegou a hora de todos nós subirmos e começarmos a ocupar os lugares de autoridade que Deus nos deu.

Há ainda montes e tronos muito mais altos na dimensão do Reino dos Céus (e ainda um nível muito maior de autoridade e governo).

Na verdade os montes representam nossa posição governamental de autoridade, nós somos montes. Quando nós ocupamos o monte principal, nossa posição de governo, podemos governar todos os outros montes de lá.

Chegou a hora de todos nós assumirmos nosso papel como senhores, reis e filhos que fomos chamados para ser.

Outros artigos de Freedom ARC
Artigo original (em Inglês)
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Renda-se e Governe

Mike Parsons 
com Jeremy Westcott

Quando abrimos a porta do nosso coração, quando abrimos a Porta do Primeiro Amor e deixamos Jesus entrar, Ele entra e governa. Podemos governar aqui nessa dimensão em nosso próprio monte, em nossa casa, mas governamos através da rendição. Nós damos a Ele o governo de nossas vidas. A medida que nossa mente é renovada, e Ele começa a nos transformar, e nossas emoções e nossa alma são restauradas, o Senhor nos dá a tarefa de governar cada vez mais, assim nosso espírito começa a governar em nós como um co-herdeiro com Ele.

A princípio Ele vem e governa: entregamos nossas vidas a Ele. Ele, porém, começa a nos equipar, e por isso, gradualmente, Ele nos dá uma autoridade cada vez maior para governar com Ele como filhos do nosso Pai. Ele não pode nos entregar tudo logo no início, porque não saberíamos como lidar com isso. Seria o mesmo que dar uma metralhadora para uma criança. No entanto, o tempo vai passando, e quanto mais permitirmos que Deus nos transforme em sua imagem e semelhança, mais autoridade nós receberemos. Quanto mais deixamos Deus lidar com o que está em nossos corações e vemos a mudança nas nossas vidas, mais Ele começa a nos levar ao nível de autoridade associada com o nosso destino, para que a partir desse lugar nós governemos com Ele.

Qual é nosso destino?

Nós precisamos muito ler nosso rolo do destino (Salmos 139:16). Podemos pedir a Deus para nos mostrar o que está escrito nele. Eu já havia mencionado isso antes, e falarei mais sobre isso em outra ocasião.

Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos (Rom 8:29 RA).

Essa é a nossa ordenança e nosso destino: fomos chamados para ser conforme a imagem de Jesus, para ser como Ele. Não é para haver somente uma ou duas pessoas governando nos lugares celestiais: Jesus é o primogênito entre muitos irmãos. Todos nós deveríamos governar como co-herdeiros com Cristo. Nós apenas temos que tomar posse da nossa autoridade.

Governar como um senhor…

Então nos tornamos um senhor, quando desapropriamos os gigantes e governamos nos tronos dos montes no ‘reino de Deus’, na dimensão celestial. Desse lugar é que governamos a casa. Essa é a nossa casa, nosso nível de autoridade; nosso monte, nosso trono. Isso tem haver com nosso destino e nosso mandato. Nós podemos, até mesmo, nos tornar um senhor de senhores quando discipulamos e levantamos outros senhores. Nós damos aquilo que recebemos. Nós levantamos outros e os levamos a cumprir seus destinos também.

…um rei…

Então nos tornamos rei, quando despojamos o dragão e governamos no trono do monte no ‘reino dos céus’, na dimensão celestial. Nós começamos a administrar das cortes celestiais com bondade e justiça.

Quando começarmos a operar nas cortes, descobriremos que são lugares maravilhosos de autoridade. Há todo um sistema judicial, com cortes superiores e inferiores, eu mesmo já estive em muitas delas. Há cortes de divórcio, onde podemos legalmente nos separar das coisas do nosso passado. Há cortes de acusação, onde Satanás acusa os irmãos, e temos que ir lá para lidar com as acusações contra nós (lidamos com essas acusações, concordando com elas, aceitamos o julgamento de Deus, e saímos livres porque Jesus já pagou o preço por nós). Alguns dos que estão lendo isto são chamados para ser intercessores, sendo assim, eles são chamados para entrar nas cortes e lidar com as acusações em favor de lugares, pessoas ou regiões.

Nós podemos ser um rei de reis quando discipulamos e levantamos outros reis. Tudo é uma questão de reproduzir em outros o quê Deus produz em nós. Essa é a razão pela qual Jesus tinha discípulos ao redor Dele.

…um filho

Quando somos diligentes em governar como senhores e reis, Deus irá nos colocar em nosso lugar como filhos. Então governamos num monte, em um trono na dimensão celestial do ‘Céu’. E Deus nós manifesta como filhos da luz na terra (assim como no céu). Tanto no céu, quanto na terra: a aplicação disso é que à medida que governamos primeiro nos céus, então podemos exercer esse governo na terra. Não há como fazer isso de outro jeito.

Nós viveremos como manifestos filhos de Deus, restaurando a terra ao seu propósito original – o propósito original semelhante ao da primeira criação – para nos trazer a plenitude da filiação.

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Imagem: Imperial Crown of Austria Globus cruciger Sceptre.jpg
By Yelkrokoyade (Own work) [GFDL (http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html) or CC BY-SA 3.0 (http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)%5D, via Wikimedia Commons

Os Céus e a Terra

Mike Parsons
com Jeremy Westcott

O sumo sacerdote Josué

… e o Anjo do SENHOR estava ali, protestou a Josué e disse: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos e observares os meus preceitos, também tu julgarás a minha casa e guardarás os meus átrios, e te darei livre acesso entre estes que aqui se encontram..” (Zac 3:6-7)

Da última vez vimos nessa passagem como há uma progressão nas coisas requeridas para Josué fazer, a fim de que ele desfrutasse de livre acesso nas dimensões do céu. O primeiro requerimento é andar nos caminhos de Deus e observar os Seus preceitos. Nós estudaremos essas dimensões, as quais ele teria acesso, mas primeiros vamos entender melhor sobre esses preceitos ou leis.

12 Leis de Jerusalém

As leis não os Dez Mandamentos, mas sim princípios, que descrevem como Deus opera em Seu Reino.

  • Lei da Vida do Espírito
  • Lei do Pecado e da Morte
  • Lei do Amor
  • Lei da Fé
  • Lei da Semeadura e da Colheita
  • Lei da Primeira Menção
  • Lei da Primogenitura
  • Lei da Abundância
  • Lei da Justiça
  • Lei do Juízo
  • Lei da Graça
  • Lei da Retidão

Estes são os princípios de como Deus opera e de como deveríamos operar no reino. Assim como Josué, quando começamos a fazer isso, ganhamos livre acesso as regiões celestes.

Dimensões do Reino

Quero compartilhar com vocês uma representação das dimensões do Céu, para que você possa ter uma ideia de como essas dimensões se relacionam uma com a outra. No entanto, é só uma representação e nossa compreensão sobre isso está crescendo o tempo todo.

dimensoes-do-reino

Você verá que há reinos debaixo da terra. De fato, há três reinos na terra, três reinos nos Céus (no reino de Deus, um reino que havia sido dado a Adão), e há a atmosfera entre terra e céus, totalizando sete. Sempre você encontrará sete nas coisas de Deus, porque sete fala de conclusão e é o número perfeito.

Cada reino celestial tem sete dimensões ou níveis de autoridade. Ainda não sei o que todos eles são ainda, só sei que eles estão ligados à estrutura das cortes (falaremos sobre isso na série de posts sobre Transformação).

Na atmosfera da terra há três reinos (o pensamento grego os vê como camadas, mas não são), reinos do domínio do Reino de Deus, e você verá o reino da terra onde experimentamos a presença de Deus. Nessa atmosfera está a região onde devemos dominar, mas está em trevas.

Debaixo da terra, há vários lugares: Sheol, a sala de troféus, e Tartarus, onde certos anjos estão aprisionados. Lá também existem outros lugares, mas esse não é o nosso foco agora.

Algo importante que você deve entender é que não temos que passar por um reino para chegar ao outro. Essa ideia é mentalidade grega. Deus tem me mostrado lugares em muitos desses reinos, e só depois de algum tempo é que eu percebo onde estão localizados.

Vamos dar uma olhada em algumas escrituras, para que possamos ver como isso aconteceu.

Queda de Satanás

No começo (Gen 1:1) Deus criou os céus e a terra. Ele criou primeiro os céus. O Céu não era apenas físico, abrangia todos aqueles reinos que estivemos observando: os reinos do Seu Reino, e os reinos de Sua autoridade. O reino está ligado à autoridade, domínio, e governo. A tarefa de Adão seria trazer o que há nos Céus para terra. A Terra deveria refletir o Céu. A Terra não estava no mesmo lugar que conhecemos agora. Isto aconteceu antes que o tempo existisse, naquele momento tempo não existia. E os filhos de Deus (particularmente os ben elohim) foram criados, os quais eram anjos, que estavam preparando a Terra para o Homem.

No verso 2 diz:  A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água. Deus não criou a terra assim. Alguma coisa aconteceu nesse intervalo entre Deus criando os céus e a terra, e a terra se tornando sem forma e vazia.

O que aconteceu foi o seguinte: Satanás caiu.

Isso aconteceu antes da criação de Adão. O Espírito estava pairando, se movendo sobre a face das águas. O fato de que todo planeta estava coberto com água indica que havia acontecido um julgamento. Deus não criou a terra desse jeito.

Não a criou vazia

Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. (Col 1:16).

Tudo foi criado por Jesus. Tronos, soberanias, principados e potestades não são nomes de demônios, e nem de anjos caídos (embora os anjos caídos operem nessas dimensões de autoridade e poder). Então tudo isso – tronos, soberanias, principados e potestades – foi criado por Jesus. ‘Todas as coisas visíveis e invisíveis’ foram criadas por Ele. No entanto, coisas que são invisíveis aos nossos olhos naturais agora, não eram invisíveis aos olhos espirituais de Adão.

A posição do reino é que os céus venham para terra. A terra deve ser um reflexo dos céus. Tudo aquilo que você vê nos céus, Deus quer ver sendo realizado nas nossas vidas. Os princípios dos céus precisam ser refletidos nas nossas vidas, e então no mundo ao nosso redor (começando com nossas esferas de influência). Tudo que há no céu, o Senhor quer trazer para terra.

Como era a terra quando Deus a criou? Como podemos ter certeza de que não foi criada “sem forma e vazia” (como uma leitura diferente de Gen 1:2 diz que foi)? Veja esse versículo de Isaías:

Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra e a fez; ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o Senhor, e não há outro (Isa 45:18 ARC).

Não a criou vazia.

Conectado ao reino do Céu

Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus (Gen 2:4 ACF). Você percebe como as duas metades desse versículo estão se referindo a coisas diferentes? Há “foram criados céus e terra” e então há “fez a terra e os céus”. Originalmente, o Senhor os criou, mas então alguma coisa aconteceu para estragar (e nós já sabemos o que foi); e daquilo que estava sem forma e vazio, Ele fez céus e terra. Na criação original não havia estrelas, planetas e galáxias como conhecemos agora. Eles não existiam na criação original porque a terra estava no centro daquele círculo, e tinha uma conexão direta com o céu. A Terra era (e ainda é) para ser conectada aos céus.

Agora, como nós sabemos, Adão tinha acesso para caminhar com Deus. A terra, no centro de tudo, era conectada ao reino do céu. Havia uma ligação entre o Éden (jardim de Deus), e o jardim que Deus plantou para Adão. Isso significa que Adão tinha acesso a qualquer reino do nosso diagrama, tanto os que estavam embaixo da terra quanto os que estavam em cima, incluindo o reino dos Céus. Depois da queda tudo foi movido para o tempo e espaço, e a terra foi desconectada do céu. O eixo da terra foi movido e tudo se tornou elíptico ao invés de circular, até mesmo a órbita dos elétrons ao redor do núcleo do átomo.

Se Adão não tivesse caído, e se ele tivesse comido da Árvore da Vida (que era o caminho da vida), ele teria tido acesso aos reinos mais elevados: o Reino dos Céus, a Perfeição, e a Eternidade.

Mas como já sabemos, ele escolheu um caminho diferente.

Outros artigos de Freedom ARC
Artigo original (em Inglês)

* A Lei da Primeira Menção estabelece precedente para maneira como devemos interpretar uma palavra ou frase em particular nas escrituras. Sabendo que para Deus tudo é circular, em muitos casos temos que voltar ao livro de Gênesis, para entender corretamente o que acontecerá no Apocalipse.